December 14, 2009

Relatório - Projeto ASS IX

A aplicação desenvolvida chama-se estudante.torrent e é um repositório de material didático em formato .torrent.

A seguir, tem-se um documento com a escrição geral da aplicação: seus requisitos funcionais e não funcionais e seus casos de uso; o plano de negócios da aplicação; o modo como a mesma foi desenvolvida; e a estratégia de lançamento da aplicação no mercado.


Aplicação de Software Social - Desenvolvimento de uma Aplicação Social


Repositório de Torrents


Descrição Geral da Aplicação: requisitos funcionais e não funcionais, casos de uso
A aplicação é um ambiente de aprendizado, com distribuição de material via BitTorrent. A idéia é que estejam disponíveis dois acervos: um gratuito e um com material protegido a ser comercializado.

Requisitos Funcionais:

  • Tracker de Torrent;
  • Disponibiliza acesso a torrents cadastrados (alguns mediante pagamento);
  • Possibilita ao usuário enviar seu próprio material.
Requisitos Não-Funcionais:

  • Rapidez da confirmação de pagamento dos clientes;
  • Velocidade de transferência dos torrents.
Os usuários devem se cadastrar e há dois tipos de contas: a básica e a profissional. A básica é gratuita e oferece permite o download tanto de arquivos gratuitos quanto de arquivos pagos, mediante a compra. A profissional, por sua vez, é paga (mensalidade) e oferece uma série de vantagens, por exemplo descontos na compra de material, prioridade de avaliação ao enviar arquivos para a base, entre outros.

Casos de Uso do Sistema:


Há três possibilidades de interação neste aplicativo. A primeira é de um usuário que baixa conteúdo gratuito. A segunda é de um usuário que baixa conteúdo pago e a última de um usuário que envia conteúdo para o aplicativo.

Usuário baixa conteúdo (gratuito)
  1. Usuário entra no site;
  2. Encontra o link para o conteúdo que ele procura;
  3. Baixa torrent;
  4. Sistema atualiza controle de downloads/uploads;
Usuário baixa conteúdo (pago)
  1. Usuário entra no site;
  2. Encontra o link para o conteúdo que ele procura;
  3. Realiza pagamento;
  4. Assim que o pagamento é confirmado, o usuário recebe uma senha;
  5. Com essa senha, ele baixa o torrent;
  6. Sistema atualiza controle de downloads/uploads.
Usuário envia conteúdo (gratuito)
  1. Usuário entra no site;
  2. Faz o upload do conteúdo desejado;
  3. Associa as tags e descrição ao conteúdo;
  4. O conteúdo é, então, enviado para vistoria;
  5. O usuário recebe uma notificação por email com o
  6. resultado da avaliação;
  7. Caso aprovado, o sistema disponibiliza o conteúdo em formato de torrent.
Plano de negócio da Aplicação
A tabela a seguir mostra os detalhes do plano de negócios adotado.


Item

Descrição

Proposição de Valores


É oferecido para o mercado um acervo de livros, artigos, tutoriais, e outros materiais didáticos como .torrent.


Segmentos de cliente  

Internautas que possuem interesse em compartilhar ou encontrar algum tipo de material didático.

Canais de Distribuição e Comunicação


O próprio website é o canal de distribuição. A propaganda, no entanto, pode ser


feita em sites de escolas, etc.


Relações com Clientes

O cliente deve criar uma conta que pode ser gratuita ou paga (chamada de PRO). A conta PRO oferece vantagens.

Configuração de Valores

Aquisição e manutenção de servidores para a disponibilização da página/serviço.

Capacidades Essenciais

Programação para Web. Conhecimento do funcionamento do protocolo BitTorrent.

Rede de Parceiros

Os parceiros ideais são: escolas, clientes de BitTorrent e editoras de livros, revistas e artigos.

Fluxos de Lucros 

O retorno financeiro vem da mensalidade dos usuários que possuem conta PRO e da compra de cada item à venda.

Estrutura de Custos 

Manutenção do servidor; pagamento pelos direitos de distribuição de torrents pagos.


Ferramenta ou Ambiente de Desenvolvimento usado
Tracker: Para a instalação de um tracker BitTorrent é necessário algum conhecimento técnico. Para tal foi necessário um servidor web com suporte à Php/Mysql. O tracker instalado foi o PHPBTTracker+ (http://phpbttrkplus.sourceforge.net/) que pode ser adaptado para as necessidades do projeto proposto.

Interface: A interface foi desenvolvida em um editor de texto básico, utilizando-se HTML e CSS. O design do site é baseado em templates disponíveis na rede.


Estratégia de lançamento no mercado
A estratégia principal de lançamento no mercado será feita por meio dos contatos com as escolas, faculdades, universidades e portais de educação na Web. Dessa forma, pretende-se chegar ao público alvo.
Acredita-se que não é necessário mais esforço para angariar clientes. O próprio modelo de negócios cuida do restante. A idéia é que os usuários usuários criem uma conta gratuita, tenham a oportunidade de baixar material didático, enviar arquivos e realizar outras atividades no site. Uma vez envolvido com o site e suas funcionalidades, o usuário tem a possibilidade de tornar sua conta profissional (pagando uma mensalidade e tendo mais vantagens).
Por último, propõe-se um esquema de convites, em que alguns usuários recebem convites a serem enviados aos amigos. Quando um amigo aceita o convite e se cadastra, por exemplo, o usuário que o enviou recebe vantagens.


A atualização dos slides usados na apresentação

A apresentação a seguir sintetiza as informações sobre a aplicação.




Protótipo

O protótipo pode ser visto neste link.

December 09, 2009

Projeto IX - Desenvolvimento de uma Aplicação Social

A seguir, está a apresentação parcial do grupo sobre a aplicação proposta e nosso plano de negócios apresentada em sala de aula.

December 02, 2009

Módulo 4: Criando seu próprio torrent.

Módulo baseado em experiência. Nesse módulo será explorada a maneira de se criar e divigulgar arquivos torrent. Mais instruções na apresentação abaixo.


Módulo 1: O que são torrents?

Módulo informativo sobre torrents. O que são? Quando são utilizados?

Nesse módulo o aprendizado é feito pela informação e tem como objetivo preparar o usuários para os primeiros passos com essa tecnologia.

A primeira apresentação de slides está logo abaixo.


Errata:
A animação a seguir não funcionou quando inserida nos slides.


Módulo 2: Utilizando torrents.

Este módulo tem uma parte informativa e uma prática.

A seguir, está um scren-cast que demonstra como escolher e baixar um torrent utilizando o programa Transmission, no Ubuntu.



Agora, sugere-se que o usuário baixe os slides do módulo 3 através do protocolo BitTorrent. Clique aqui bara baixar o .torrent.

Módulo 3: Infraestrutura necessária.

Módulo estritamente informativo. Vide slides:

Ambientes de Colaboração - Torrent - Mini-curso - Programa!

Descrição do curso:

O curso sobre torrents terá modulos informativos para o aluno estudar e módulos em que o aluno deve aprender através da experiência prática adquirida.

Módulo 1: O que são torrents?
Módulo informativo sobre torrents. O que são? Quando são utilizados?
Disponibilização de conteúdo para o estudo do participante. Nesse módulo o aprendizado é feito pela informação e tem como objetivo preparar o usuários para os primeiros passos com essa tecnologia.

Módulo 2: Utilizando torrents.

Módulo inicialmente informativo. Disponibilização de screen-casts. Exposição dos diferentes clientes de bit-torrent. Ao final do módulo é apresentado ao aluno o torrent para baixar o módulo 3. A partir de agora os módulos serão downloadados através do bit-torrent.
As dúvidas dos alunos são discutidas nos comentários do módulo possibilitando que os alunos possam aprender não só com a sua experiência como também com a experiência dos outros.

Módulo 3: Infraestrutura necessária.
Módulo estritamente informativo. São expostas informações sobre a infraestrutura necessária para se manter um tracker de bittorrent. São apresentados exemplos de diferentes trackers.

Módulo 4: Criando seu próprio torrent.
Módulo baseado em experiência. Os participantes do curso devem criar uma apresentação sintetizando as informações aprendidas durante o curso. As apresentações devem ser então distribuídas entre os participantes através de um tracker pré-determinado. Nesse módulo será explorada a maneira de se criar e divigulgar arquivos torrent.

November 25, 2009

Cadeia de Valores - Pizzaria 2.0















































Produtor/IntermediárioSiteConsumidor
Idéia do produtoCriaçãoCriação de Receitas
ProduçãoFabricação da Pizza;
ContribuiçãoCardápios;Catálogo; Submissão de receitas;
OfertaOferta de saboresNegociação de venda entre clientes e pizzarias
MarketingPropagandaInformações sobre pizzas e pizzarias(sabores disponíveis, entregas bem-sucedidas)Testemunhos e avaliações
CoordenaçãoOfertaDemanda: receitas, pedidos, favoritos
Aceite da ofertaConfirmaçãoGerenciamento de requisições entre clientes e pizzariasCompra
EntregaDespachoEntrega; Mediação de valores entre clientes e pizzariasRecebimento e pagamento

Utilização de software sociais nas organizações - Tarefa A

Web 2.0 e um novo tipo de Empresa

A seguir estão três tabelas com as características de uma pizaria que vivenciou as três eras, como uma empresa 0.0, 1.0 e atualmente 2.0.

Pizzaria

Pizzaria 0.0


* Produtos oferecidos: há um cardápio fixo e limitado de sabores.

* Produção: a maioria dos ingredientes é feita no próprio restaurante, tais como: a massa da pizza, o molho, os sucos, entre outros. Dessa forma, a produção é cara.

* Venda: a venda dos produtos é feita somente na própria loja.

* Gestão: modelo hierárquico, onde funcionários são apenas funcionários.

* Relação cliente-empresa: a opinião do cliente não influencia muito na escolha do produto.



Pizzaria 1.0


* Produtos oferecidos: há uma maior diversidade no cardápio, mas as opções continuam fixas.

* Produção: os ingredientes começam a ser terceirizados, porém nem todos o são.

* Venda: a venda dos produtos é feita na loja ou por telefone (entrega em domicílio).

* Gestão: modelo hierárquico, porém com possibilidade de ascenção - um funcionário pode chegar a ser gerente, por exemplo.

* Relação cliente-empresa: a opinião do cliente é importante, porém as mudanças demoram a acontecer.



Pizzaria 2.0


* Produtos oferecidos: o cardápio mostra apenas os possíveis ingredientes e as possíveis massas - o cliente monta na hora a pizza, com os sabores e tipo de massa desejados.

* Produção: todos os produtos fornecidos na loja são fruto de uma cooperação com outras empresas, dessa forma a produção é barata.

* Venda: a venda dos produtos é feita na loja, pelo telefone e pela internet (entrega em domicílio).

* Gestão: o sistema é de cooperação - a hierarquia é achatada.

* Relação cliente-empresa: a opinião do cliente influencia diretamente a confecção do produto - o dono da pizzaria fica atendo aos comentários e sentimentos do cliente para melhorar o serviço oferecido.


Plano de negócios - Pizzaria 2.0

Utilizando o site BmDesigner foi desenvolvido um plano de negócio para uma pizzaria que siga o padrão de empresa 2.0. Este plano pode ser encontrado no seguinte link: http://bmdesigner.com/explore/bm/725/Pizza_na_Web.

A idéia da pizzaria é que o cliente faça pedidos online escolhendo a receita da pizza. O usuário pode criar e compartilhar receitas criando uma comunidade de adoradores de pizza.

A produção das pizzas é terceirizada. Os entregadores contam com sistema de GPS para que o cliente tenha condições de acompanhar o pedido pela web.

Maior liberdade na criação da pizza e maior transparência no processo de entrega foram os objetivos principais do nosso plano de negócios.

November 11, 2009

Cliente Torrent: Qual Usar?

O formato Torrent está cada vez mais popular para o compartilhamento de arquivos, muitos clientes capazes de trocar arquivos segundo este protocolo surgiram. Com tantos programas, qual é o melhor?

Para responder a esta questão difícil, o site TorrentFreak testou mais de 20 clientes segundo 9 critérios: a possibilidade de atribuir prioridades para os downloads; a capacidade baixar torrents sem tracker; download seletivo de arquivos do torrent; encriptação de protocolo; se o cliente tem um tracker embutido; controle remoto via web; "super seeding", um método diferente e mais poderoso de "seeding";  suporte a RSS; e mapeamento de portas.

No final, 6 foram escolhidos como os melhores clientes, entre eles o uTorrent como o melhor, seguido do Azureus. Por outro lado, o pior cliente avaliado foi o Artic Torrent, que só faz o básico(baixar e enviar torrents) e nada mais.

Para saber mais:

http://torrentfreak.com/bittorrent-client-comparison/

O lado bom dos torrents

O BitTorrent tem uma fama muito negativa por ser muito usado para a disseminação de conteúdo pirata. Isso faz com que inclusive muitas pessoas achem que BitTorrent é uma coisa ilegal.

BitTorrent nada mais é que uma maneira de compartilhar arquivos pela internet, mas como todas as coisas tem seu lado bom e ruim. Como os aspectos negativos são bastante conhecidos e difundidos vou me preocupar em citar aqui apenas os casos em que o torrent é usado para o bem.

Economia de banda: Muitos projetos que distribuem arquivos grandes tem problemas com o uso de recursos de hospedagem. Distribuições linux por exemplo são muito grandes e são despendiosas em termos de recursos de hospedagem gastos. Portanto muitas dessas distribuições fornecem arquivos torrent para seus arquivos. Dessa maneira as pessoas que utilizam e baixam os arquivos auxiliam em sua disseminação evitando um gasto maior pelo servidor central e seus mirrors.

Divulgação de filmes e bandas com poucos recursos: Muitos produtores de conteúdo não tem recursos suficientes para a divulgação de seu conteúdo. Músicas, filmes, livros entre outros podem ser facilmente distribuídos através de torrents e dessa maneira o criador do conteúdo pode chamar a atenção de mídia de acordo com a qualidade do seu trabalho. Existem buscadores especializados nesse tipo de torrent, como o http://www.legaltorrents.com/ que indexa apenas conteúdo distribuídos sob Creative Commons. Outro ponto bastante bom dessa divulgação é que qualquer um pode utilizar este conteúdo em uma produção própria, como por exemplo uma trilha sonora para o seu filme.

Além dos pontos abordados o torrent faz com que aflore em nós o melhor sentimento de comunidade e ajuda ao próximo, uma vez que essa é a base do seu funcionamento.

Bibliografia:
http://www.legaltorrents.com/
http://torrentfreak.com/indie-movie-explodes-on-bittorrent-makers-bless-piracy-091110/
http://torrentfreak.com/download-torrentless-torrents-from-torrentz-with-firefox-091109/
http://torrentfreak.com/anti-piracy-group-reports-torrent-site-users-to-the-police-091108/
http://www.infowester.com/bittorrent.php

Como melhor a velocidade dos seus downloads

Muitas operadoras de internet hoje realizam uma prática chamada traffic shaping. Nessa prática como o próprio nome diz o tráfego de informações de um cliente é moldado para reduzir a sobrecarga nas redes.
Operadoras como a Velox e Virtua limitam a velocidade de download/upload em determinadas portas e para determinados aplicativos (torrent incluído).
Para contornar este problema existem algumas alternativas.

Para saber mais:
http://gostei.abril.com.br/frame/index/como-melhorar-a-velocidade-de-download-do-torrent

Forma alternativa de se baixar torrents

Grande parte dos buscadores de torrent são meta-buscadores que não armazenam nenhum arquivo, portanto é necessário acessar e depender de outros sites para baixar o arquivo .torrent apontado pelo buscador.
Uma maneira existente de baixar um arquivo porém não muito conhecida é através de magnet links. Dessa maneira não é necessário baixar o arquivo .torrent para iniciar o download.
Diversos clientes bit torrent suportam esse link como por exemplo o popular uTorrent.
Para aumentar a popularidade dessa maneira de se baixar os arquivos, recentemente foi criado um add-on de firefox para auxiliar nessa tarefa.

Para saber mais e facilitar a sua vida, entre em:
http://torrentfreak.com/download-torrentless-torrents-from-torrentz-with-firefox-091109/

Criadores de filmes Indie agradecem a pirataria

O filme "Ink" criado e dirigido por Jamin Winans, como ocorre com vários dos filmes lançados hoje em dia, foi parar nos sites de torrent ilegais. O filme foi baixado mais de 400.000 apenas no BitTorrent. O que fez com que o filme atingisse a lista dos 10 filmes mais pirateados publicados no TorrentFreak.
O que deixaria qualquer diretor Hollywoodiano muito irritado fez com que Jamin, inesperadamente, ficasse agradecido. O mesmo enviou um agradecimento em seu próprio newsletter com os seguintes dizeres: “embraced the piracy” e “just happy Ink is getting unprecedented exposure.".

Para saber mais e ler as cartas na íntegra:
http://torrentfreak.com/indie-movie-explodes-on-bittorrent-makers-bless-piracy-091110/

Identidade nos Ambientes de Colaboração - Produção - Torrents - Parte 1/3

Este é o primeiro post, de uma série de três, com a produção feita a partir de algumas notícias capturadas sobre o tema "Torrents".

Produção - Torrents

A partir da leitura de definições, conceitos e notícias sobre o tema "Torrents", pôde-se dividir esta produção em duas partes: (1) O que são e como funcionam os Torrents; e (2) Como fazer um bom uso dos Torrents.

O que são e como funcionam os Torrents?
Torrent, ou BitTorrent, é um protocolo de rede que permite o download de arquivos na Web [1]. O conceito fundamental introduzido por esse protocolo é o de compartilhamento de partes separadas de um mesmo arquivo, que pode ser reconstituído mais tarde. Os arquivos são divididos em partes pequenas, que podem ser acessadas e obtidas por vários internautas assim que são baixadas para o computador de cada usuário [2]. Pelo fato de o arquivo não precisar ser baixado completamente para ser compartilhado e, também, pela ausência de filas para download (que geralmente ocorre em servidores centrais), o download costuma ser mais rápido que em outros sistemas P2P.

Para fazer downloads utilizando esta tecnologia, antes de tudo, é necessário baixar um cliente para a rede BitTorrent, ou seja, um programa capaz de abrir e processar os arquivos .torrent, por exemplo: uTorrent[8], BitTorrent [9] ou Transmission [10]. Uma vez escolhido seu cliente, deve-se baixar o arquivo .torrent de, por exemplo, um site de torrents, como Mininova [12], The Pirate Bay [11] ou Btjunkie [13]. Nestes sites é possível encontrar filmes, músicas, livros, entre outras mídias. Uma vez encontrado o arquivo desejado, basta abrí-lo em seu cliente e começar o download.

Como fazer um bom uso dos torrents
Há dois pontos muito discutidos a respeito desse tipo de tecnologia: pirataria e disseminação de arquivos maliciosos (como vírus).

Na mesma proporção que cresce o número de usuários de redes P2P aumenta os processos e se intensificam as leis contra quem baixa conteúdo ilegal na Internet [6].

Não há nada ilegal no uso de Torrent e outras redes P2P: quando o material compartilhado é autorizado, tem licenciamento legítimo, ou são arquivos produzidos e compartilhados por grupos de amigos não há mal algum. O problema surge no compartilhamento de músicas, videos e outros itens violando os direitos autorais.

A punição varia: quando há violação dos direitos autorais, aqueles que disponibilizam o material protegido estão sujeitos à pena de prisão de dois a quatro anos e uma indenização que pode chegar a até três mil vezes o valor da obra [6]. Enquanto isso, quem baixa os arquivos pode, no máximo, ter que pagar o valor da música.

Recentemente diversos disseminadores de arquivos .torrent são alvo de denúncias e processos, como os sites The Pirate Bay [11] e Mininova [12] e, por isso, vários deles estão procurando soluções para o problema, como em [7].

Por último, como em qualquer ferramenta ou serviço de compartilhamento de arquivos, há os chamados arquivos maliciosos. Várias dicas são fornecidas em [4] para evitar que se pegue um vírus quando se baixa um arquivo. Algumas das dicas são: manter o cliente de torrent atualizado (sempre há atualizações de segurança em tais programas), ficar atento ao formato e ao tamanho esperado do arquivo que se deseja baixar (a identificação de anomalias nessas características é a forma mais eficiente de se evitar um vírus) e estar atento aos comentários dos usuários da comunidade onde se baixa os arquivos .torrent.

Referências:

[1] BitTorrent no Wikipédia
[2] Notícia: Entenda como funciona o sistema torrent para compartilhar arquivos na web
[3] Notícia: Aprenda a baixar arquivos .torrent
[4] Notícia: Saiba como evitar vírus no compartilhamento de arquivos pela web
[5] Notícia: How to Make the Best Torrents
[6] Notícia: Veja como usar as redes P2P legalmente
[7] Notícia: Mininova testará bloqueio de conteúdos protegidos por direitos autorais
[8] uTorrent
[9] BitTorrent
[10] Transmission
[11] The Pirate Bay
[12] Mininova
[13] Btjunkie

Identidade nos Ambientes de Colaboração - Sínteses - Torrents - Parte 1/3

Este é o primeiro post, de uma série de três, com as sínteses de algumas notícias capturadas.

Síntese 1

A notícia publicada em Folha Online ensina como funciona o sistema de compartilhamento de arquivos através de torrents. Em poucas palavras, os arquivos são divididos em partes pequenas, que podem ser acessadas e obtidas por outros internautas assim que são baixadas para o computador de cada usuário. O download é feito por programas específicos (uTorrent, Azureus, etc) enquanto a pesquisa por arquivos é feita em sites da web (The Pirate Bay, Mininova, entre outros).

Leia a notícia completa: Entenda como funciona o sistema torrent para compartilhar arquivos na web

Síntese 2

Outro grande problema no compartilhamento de arquivos via Torrent é o alto índice de pirataria. Os principais sites de armazenamento e pesquisa de arquivos torrent estão sendo processados por não lidar com a pirataria. Em vista disso, segundo a notícia publicada no site IDGNow, o site Mininova anunciou uma ferramenta para verificar se o conteúdo multimídia disponível para download é protegido por leis de direitos autorais.

Leia a notícia completa: Mininova testará bloqueio de conteúdos protegidos por direitos autorais

Síntese 3

Um dos grandes problemas no compartilhamento de arquivos na Web é a disseminação de vírus e outros arquivos maliciosos. A notícia publicada no G1 explica quais são riscos inerentes ao uso de programas de compartilhamento e como evitar problemas. Apesar de torrents apresentarem menos problemas devido às comunidades nas quais os arquivos são publicados. Sempre que há um arquivo corrompido, de baixa qualidade ou com vírus os usuários são rápidos para apontar os problemas e desencorajar o download do torrent problemático. O artigo contém, ainda, dicas para evitar arquivos falsos.

Leia a notícia completa: Saiba como evitar vírus no compartilhamento de arquivos pela web

October 31, 2009

Identidade nos Ambientes de Colaboração - Captura - Torrents.

O tema escolhido pelo grupo foi "Torrent". É um tema inserido no contexto da Web 2.0 e de interesse geral.

Acompanhe a seguir as notícias capturadas pelo grupo sobre o tema!


October 12, 2009

Podcast: wiki

Com base na apresentação e na discussão realizadas sobre Podcast, fez-se um wiki, organizado através de um um índice e páginas separadas pelos diversos tópicos.

O conteúdo do mesmo pode ser acessado por meio do link:
http://pt-br.asoso-podcast.wikia.com/wiki/P%C3%A1gina_principal

September 19, 2009

Web 2.0: Beta Perpétuo

O termo beta perpétuo é utilizado para descrever aplicações que permanecem em estado de beta por período indeterminado, havendo poucos casos em que a denominação de "beta" oficialmente deixa o produto. Este recurso é usado por desenvolvedores como um sinal de que a aplicação está sempre em evolução, e permite a eles lançar novas características e funções sem a necessidade de executar testes exaustivos e demorados antes, o que permite um ciclo de desenvolvimento bem mais ágil.

Esta característica é associada a serviços e aplicações em que constantes atualizações já são parte da sua experiência de uso. De acordo com O'Reilly, o "beta perpétuo" é a evolução do ditado opensource "liberar cedo e com frequência". Neste ciclo de desenvolvimento, o software é liberado e incrementado aos poucos, enquanto ainda é usado. É comum os desenvolvedores adicionarem até três novas funcionalidades ao site diariamente, e então analisar o quanto os usuários estão utilizando as novas funções para determinar quais dever ser mantidas e quais serão descontinuadas. O usuário é tratado como co-desenvolvedor, fundamental na avaliação do software, identificação de erros e sugestão de novas funcionalidades.

Atualmente o "beta perpétuo" já é visto como característica inerente de aplicações da Web 2.0. Várias aplicações da Google, Flickr, delicious e outros têm o distinto selo de "beta" no nome de seus produtos. Apenas recentemente as aplicações da Google perderam o estado de beta, embora ainda sejam incrementadas periodicamente, mas com bem menos frequência. Segundo o desenvolvedor-chefe do Flickr, novas versões são liberadas a cada meia hora, aproximadamente. Este novo modelo de desenvolvimento é um forte concorrente ao modelo tradicional adotado pelas grandes desenvolvedoras de software, no qual leva-se até anos para que um produto seja considerado seguro para o mercado. O modelo de beta perpétuo obviamente não garante um software estável, mas seus usuários desfrutam de um intervalo muito menor entre a adição de novas características interessantes ou correções de erros, o que é um diferencial muito atraente nesta nova web onde tudo é muito imediato e rápido.

Fontes:
O'REILLY, What is Web 2.0
Wikipedia

Web 2.0, O Software não somente em um dispositivo

Na web 2.0 os softwares feitos para serem executados na web se tornam cada vez mais robustos e funcionais. Dessa maneira cada vez mais aplicativos migram para a web devido ao aumento do poder computacional e da capacidade de transferência de dados.

Com esse aumento de aplicativos web se torna mais fácil a integração entre aplicativos diversos assim como o seu acesso independente de dispositivos. Cada vez mais os dispositivos móveis concentram funcionalidades e a grande maioria possui funcionalidade de acesso a internet tanto a redes sem fio como a outros tipos de rede como WAP, 3G etc.

Para que esse objetivo seja atingido existe uma busca à software cada vez mais leve utilizando tecnologias como XML, JSON entre outras.

Um ponto positivo dessa mudança é a busca pela padronização uma vez que se os dispositivos que não a seguirem simplesmente não serão capazes de executar as principais aplicações existentes hoje na web.

Fonte:
http://webinsider.uol.com.br/print.php?id=3083
http://oreilly.com/web2/archive/what-is-web-20.html

September 09, 2009

Comentários sobre o Projeto 1

Analisando os links armazenados no delicious do curso nos deparamos com uma apresentação que apresenta um caso bastante interessante.
A síntese da matéria estudada em sala foi feita de maneira bastante precisa e concisa. O exemplo é apresentado de maneira interessante separando a informação nos diferentes mundos finalizando com o uso do conhecimento.
Outro fator interessante é que o caso abordado é uma informação real apesar de inusitada que mostra de maneira bem clara a distinção entre informação, dados e conhecimento.